Ao ler o capítulo introdutório do livro “Convite à Filosofia”, de Marilena Chauí, a primeira reflexão a que se chega é a de que estamos sendo dominados. A sensação de que somos, a todo instante, manipulados e enganados por imagens que, aparentemente reais, confudem os nossos sentidos, tal qual a Matrix, exemplificada pela autora.
É fácil constatar, com uma certa tristeza, que vivemos em um mundo onde a realidade está cada vez mais mascarada, enfeitada, distorcida e difícil de ser identificada. Daí a grande quantidade de escândalos políticos, tragédias climáticas, mazelas sócias de toda estirpe, tudo mostrado como algo distante, como na cena de um filme.
Ao longo da leitura, porém, vem o sentimento de esperança, a crença de que nem tudo está perdido, já que depende de nós tentar ver as situações que nos rodeiam com um olhar mais crítico, ou como Marilena destaca, com uma atitude filosófica.
Essa aliás, no meu entendimento, é a forma de nos libertarmos dessa dominação imposta pelo sistema e que, por muitas vezes, tem poder consentido sobre nós.
Somente com uma atitude crítica, questionadora, sob uma análise real, olhando o mundo por uma perspectiva diferente, de forma filosófica, que podemos encontrar respostas que nos levam à “realidade real” e não ao mundo “virtual” de sombras e projeções que nos rodeiam.
Por fim, ao analisar toda as questões apresentadas no texto, surge um sentimento de rebeldia. É chegada a hora de quebrar as correntes, tomar a “pílula vermelha” da verdade, descobrir o que está por trás do muro, ver a luz e não apenas sombras. Conhecer o real.
É fácil constatar, com uma certa tristeza, que vivemos em um mundo onde a realidade está cada vez mais mascarada, enfeitada, distorcida e difícil de ser identificada. Daí a grande quantidade de escândalos políticos, tragédias climáticas, mazelas sócias de toda estirpe, tudo mostrado como algo distante, como na cena de um filme.
Ao longo da leitura, porém, vem o sentimento de esperança, a crença de que nem tudo está perdido, já que depende de nós tentar ver as situações que nos rodeiam com um olhar mais crítico, ou como Marilena destaca, com uma atitude filosófica.
Essa aliás, no meu entendimento, é a forma de nos libertarmos dessa dominação imposta pelo sistema e que, por muitas vezes, tem poder consentido sobre nós.
Somente com uma atitude crítica, questionadora, sob uma análise real, olhando o mundo por uma perspectiva diferente, de forma filosófica, que podemos encontrar respostas que nos levam à “realidade real” e não ao mundo “virtual” de sombras e projeções que nos rodeiam.
Por fim, ao analisar toda as questões apresentadas no texto, surge um sentimento de rebeldia. É chegada a hora de quebrar as correntes, tomar a “pílula vermelha” da verdade, descobrir o que está por trás do muro, ver a luz e não apenas sombras. Conhecer o real.
*Texto produzido para a disciplina Ciências Humanas e Sociais.